O artigo “The Slow Death of the Hands-On Engineering Manager” traz uma reflexão importante: conforme gestores assumem mais responsabilidades, é natural que se distanciem das atividades técnicas, como codar. Mas será que isso é saudável para o papel deles?
O texto argumenta que esse afastamento pode dificultar decisões, já que muitas delas dependem de uma visão técnica detalhada. O autor reforça que gestores que mantêm algum nível de envolvimento técnico não apenas tomam decisões melhores, mas também ganham a confiança das equipes.
Pontos altos do artigo:
- A desconexão técnica pode criar um abismo entre gestores e engenheiros, dificultando o alinhamento.
- Manter um envolvimento técnico moderado aumenta a credibilidade e fortalece a liderança.
- O desafio de equilibrar estratégia e prática técnica é mais comum do que parece – e subestimado por muitos.
Há também o outro lado da moeda: à medida que a equipe cresce, talvez seja mais valioso para o gestor focar em alinhar prioridades, remover barreiras e construir a visão estratégica, deixando os detalhes técnicos para os especialistas da equipe.
Será que tentar fazer tudo pode ser contraprodutivo?


